Para que as memórias não se apaguem

  Há 73 anos, em 27 de janeiro de 1945, o Exército Vermelho libertou Auschwitz, o maior e mais terrível campo de extermínio dos nazis. Nas suas câmaras de gás e crematórios foram mortas pelo menos um milhão de pessoas. No auge do Holocausto, em 1944, eram assassinadas seis mil pessoas por dia. Auschwitz tornou-se sinónimo do genocídio de judeus.

  A história de Erika é  a uma forma de explicar aos mais novos a problemática do Holocausto. Com ilustrações belíssimas aliadas a uma história simples, comovente ,  de uma beleza poética.

“Eu nasci em 1944. Não sei o dia. Não sei que nome me deram. Não sei em que cidade nem em que país vim ao mundo. Nem sequer se tive irmãos. O que sei é que quando tinha apenas uns meses fui salva do Holocausto…”

Vanda

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