As histórias promovem a empatia emocional

 

Sabemos que desde que o mundo é mundo, as histórias são usadas como uma forma de ensinar e transmitir mensagens. Todos nós, já ouvimos e contamos histórias das mais diversas: narrativas reais, contos de fadas e fábulas. Todos nós conhecemos o fascínio e encanto que provocam as palavras “Era uma vez.”.

O nosso nível de atenção fica diferente, quando alguém diz: “vou te contar uma história” Ficamos mais concentrados e por vezes até nos esquecemos do que estávamos a fazer.

Este é o poder das histórias: levam seus ouvintes a um leve transe, que diminui resistências, que os transporta a um outro tempo, a um outro local as histórias conseguem ainda, expressar de uma forma suave, o que muitas vezes seria difícil de dizer diretamente.

Com as crianças este facto acontece com muito mais naturalidade, pois o mundo da fantasia e do faz-de-conta já são parte de sua forma de pensar, viver e aprender. Por isso acredito que as histórias sejam um excelente instrumento para pais e educadores transmitirem valores, mensagens e hábitos.  As crianças que ouvem as histórias e que são incentivadas a ler os contos cooperam mais , são menos antissociais, e possuem um maior desenvolvimento em termos cognitivos. Isto porque as histórias ajudam as crianças a colocarem-se no lugar do outro, a entenderem como é ser um outro ser humano. As histórias fictícias podem ensinar as crianças a desenvolverem empatia emocional, valores, a comunicar e a ter habilidades na gestão de conflitos.

As histórias podem ainda, ajudar as crianças a ultrapassar as suas dificuldades e encontrar soluções, pois ao identificarem-se com os heróis ou heroínas das histórias, a serem fortes e a acreditarem que os monstros podem ser vencidos, que os obstáculos podem ser superados e os que se magoam podem ser cicatrizados…dá-lhes um conjunto de  ferramentas para enfrentar o mundo.

Vanda

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